Mostrar mensagens com a etiqueta Tanta baba é capaz de deixar nódoa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Tanta baba é capaz de deixar nódoa. Mostrar todas as mensagens

sábado, janeiro 26, 2013

e vão 6

De tão parecido que és, morro de medo.
Ao menos não fosses tão arisco, tão mexido.
Ao menos não me lembrasse do que ouvi para te dizer.
Que fossemos iguais em traços, iguais no desenho; isso eu não me importava mas assim, igual no feitio e na falta de medo...
E há 6 anos atrás não fazia ideia do que me esperava. 
Parabéns meu anjo. 
Que guardes o sorriso e a gargalhada com que contagias o mundo.
Amo-te muito.

sexta-feira, abril 16, 2010

Orgulho



Por causa deste texto escrito no calor da discussão sobre o Bullying, foi este vosso ilustre escriba contactado pelo site Educare.pt para que esse mesmo texto fosse publicado na próxima semana. E fiquei contente. E por isso quis partilhar convosco. A partir de segunda, aqui.
Bom fim de semana.

quinta-feira, abril 08, 2010

Por causa de ti




Sabes, antes de ti eu dizia que era feliz. Que tinha uma vida cheia e que estava bem. Que tudo era perfeito.
Antes de ti fazia o que queria, quando queria e porque queria. Ia.
E depois vieste.
E no dia em que apareceste tudo mudou de vez.
O mundo ganhou cores que eu nunca tinha visto. O sol brilhou mais forte desse dia em diante. A relva ficou mais verde e o céu mais azul.
Enchi a alma que achei ter cheia. Bebi os dias a direito. Senti cada respiração tua. Cada suspiro teu. Senti-te no meu colo mal cabias nos meus braços. Agarrei-me a ti. Viciei-me em ti. Viciámo-nos.
Percebi como estava enganado. Como era só feliz um bocadinho. Como os dias eram pequenos antes de ti. Como a luz era fraca e como o mundo se pintava de tons pastel. Antes de ti.
E depois tu chegaste. Gritaste, choraste e sorriste.
Abriste os olhos, esses olhos grandes lindos, verdes. Abriste os olhos e sorriste.
E o mundo sorriu para ti. Por seres tão doce.
E depois cresceste e cresceste e começaste a correr e a falar e a perguntar e a querer saber. A querer saber tudo, todos os segredos, todos os caminhos, todas as palavras.
E depois cresceste mais um bocadinho e hoje... hoje faz 6 anos que o pai olhou para ti pela primeira vez.
Hoje faz 6 anos que o pai descobriu o que era o amor mais forte que se pode sentir.
Faz 6 anos que vi o teu sorriso... o mesmo que vi hoje antes de te dar um beijo e desejar boa noite.
Faz 6 anos que me apaixonei por ti princesa.
E amo-te tanto hoje como há 6 anos... vá, um bocadinho mais talvez.
E como todos os dias te digo baixinho quando te tapo antes de ir dormir, digo-o agora também: amo-te muito Pim’cesa.
Parabéns filhota.

sexta-feira, julho 20, 2007

domingo passado enchi-me de vazio.



Fiquei colado ao chão da saudade e a chorar por dentro. Olhávamos um para o outro à procura de consolo e o batata pequenino a sorrir. Senão perguntava ele perguntava-lhe eu: a mana? Onde está a mana?
A mana foi passar uma semana com os avós respondeu baixinho o pai dentro de mim. Ficou o batata e a mãe e o pai. E a mana? O sorriso doce e a corrida para os meus braços no final do dia foram para a praia. O abraço apertado e os olhos grandes foram para a praia. As brincadeiras e as argumentações foram a banhos. Uma semana inteira só a ouvi-la ao fundo nos vários Pim Reports ao telefone. Ela fez isto, disse aquilo. Fomos aqui e ali. Estão doidos os avós. Doidos de babados e felizes. Um dia com a Pim é um speed 100% natural que dá alegria como uma droga das boas. Não se pode não rir e sorrir. Não se pode não estar feliz. Não se pode deixar de sentir a casa a rebentar de tanta alegria.
Mas hoje acabou-se. Hoje, quando o sol disser adeus vou dizer Olá e apertá-la nos meus braços até um bocadinho antes de ficar roxa – disseram-me que assim era mais saudável e eu acredito.
E vão ser dois dias perfeitos. Mas só dois. Porque o tempo está bom demais para enfiar a miúda no colégio. Vai mais 2 semanas com os outros avós ainda mais para sul.
E nós – a mãe, o batata e eu – lá vamos levando os dias que teimam a demorar a passar. Que doem de lentos. Lá para dia 2 ou 3 vou apertá-la outra vez.
Ai – é o que me ocorre – ai.
Nunca pensei que o nível de suspiro por metro quadrado lá em casa pudesse atingir valores tão elevados.

terça-feira, maio 22, 2007

Até parece que o ouço

Como faço todas as noites, vou ver as crianças a dormir. Tapo-as, ponho-as direitas, penteio o cabelo da pim e tiro o lençol que inevitavelmente irá parar à boca do mais pequenino.
Vim agora de lá e até parece que conseguia ouvir o Bruno Nogueira a sussurar-me ao ouvido: "é que são perfeitos pá"